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Senzala Urbana

Quebrar amarras!!!!mudanças diárias!!! Escrever, registrar, inventar e reinventar!!!! Criticar, e apontar saídas!!!! Refletir e expressar as idéias é o sentido deste espaço - meu,teu e nosso. De todos que adoram rabiscar detalhes do dia-adia.

sábado, 5 de setembro de 2009

Filmes e filmes


Postado por SENZALA URBANA às 5.9.09 Um comentário:
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Marocando sim?!!

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Invenções e maluquices

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Eu...
Eu gosto do impossível, tenho medo do provável.
Dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo.
Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.
Sou inconstante e talvez imprevisível.
Não gosto de rotina.
Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras.
Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo.
São poucas as pessoas pra quem eu me explico...
Bob Marley

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Agrradecimento ao alunado da 1ª série

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Sesi/Senai (EBEP)

Obama: mudanças!!

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feriado no Quênia

O presidente do Quênia, Mwai Kibaki, decretou que esta quinta-feira será feriado no país para celebrar a vitória de Barack Obama na presidência dos EUA, segundo a AFP. Apesar de todo o esquema de segurança colocado na residência dos Obama na África, os familiares do novo presidente saíram da casa gritando "Vamos para a Casa Branca". Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo.

Repercussão Internacional

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, felicitou Obama nesta madrugada. "Com o mundo em meio a turbulência e dúvidas, o povo americano, fiel aos valores que sempre definiram a identidade da América, expressou com força sua fé no progresso e no futuro. Em uma época em que nós devemos encarar grandes desafios juntos, sua eleição fez nascer uma enorme esperança na França, na Europa e mais além. Encontraremos uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz e a prosperidade mundial.", diz o comunicado emitido pelo palácio do Eliseu.
No Canadá, o primeiro-ministro Stephen Harper se disse ansioso para se encontrar com o presidente eleito para estreitar os laços entre os dois países. "Nas semanas e meses à frente, autoridades e diplomatas canadenses estarão trabalhando próximo a membros da equipe de transição do presidente eleito Obama. Ministros do nosso governo estão ansiosos por construir uma forte relação de trabalho com seus parceiros em um novo gabinete.", falou. O primeiro-ministro japonês, Taro Aso, parabenizou hoje o democrata Barack Obama por sua vitória nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, e expressou seu desejo de que possam "trabalhar juntos" para o bem da aliança entre os dois países. "Em colaboração com o presidente eleito, me esforçarei para fortalecer ainda mais a aliança entre Japão e EUA, para solucionar vários desafios enfrentados pela comunidade internacional como o da economia internacional, o terrorismo e o meio ambiente", disse Aso em comunicado.

Políticos parabenizam Obama

Do lado democrata, a senadora Hillary Clinton e seu colega Ted Kennedy parabenizaram o presidente eleito do país. "Hoje, os americanos falaram com voz clara e forte, e exigiram uma mudança ao escolher Barack Obama como nosso próximo presidente", disse Kennedy em um comunicado.
A senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton também foi uma das figuras políticas do país que parabenizou Obama por sua vitória após 20 meses de disputa. "Esta noite, comemoramos uma vitória histórica do povo americano. Foi uma campanha longa e difícil, mas o resultado valeu a pena", disse Hillary em uma nota."
Juntos, sob a liderança do presidente Barack Obama, do vice-presidente Joe Biden e de um Congresso democrata, trilharemos o melhor caminho para reconstruir a economia e nossa liderança no mundo", destacou a senadora por Nova York, que, desde que perdeu a candidatura democrata, participou de mais de 60 comícios a favor de Obama.
O presidente dos EUA, George W. Bush, também telefonou para Obama para parabenizá-lo. Segundo a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, o presidente lhe felicitou pela "fantástica noite".

Discurso da vitória

Por volta das 3h da manhã, no horário de Brasília, Obama subiu ao palco montado para ele em Chicago, Illinois, onde ele começou sua carreira política e falou pela primeira vez como presidente eleito. "Se alguém ainda duvida que a America é o lugar onde tudo é possível, esta noite é a resposta de vocês", disse. "A mudança chegou aos Estados Unidos".Obama ressaltou o número de pessoas que apareceram para votar e pediu a união de todos os setores da sociedade americana. "Este é nosso momento. A hora é agora. Enquanto celebramos esta noite sabemos dos desafios que teremos pela frente: duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise financeira da história", afirmou. O presidente eleito ainda agradeceu seu vice, Joe Biden, sua equipe de campanha, a esposa, Michelle, e suas duas filhas, para quem prometeu um novo bichinho de estimação. Obama ainda se emocionou ao falar da avó, falecida no domingo. "Ela não está conosco, mas sei que ainda está comigo. Minha dívida com ela e minha família é inimaginável".O democrata ainda agradeceu ao rival, John McCain e prometeu trabalhar com ele e sua vice, Sarah Palin durante o mandato. "Ele lutou por muito tempo e muito duro pelo país que ele ama. Ele é um líder altruísta. Parabenizo ele e Palin."Por fim, Obama dedicou a vitória aos eleitores." este será o governo do povo, pelo povo e para o povo."

A vitória

Obama venceu em estados cruciais como Ohio, Indiana, Carolina do Norte, Virginia e Flórida no leste do país e Novo México, Colorado e Nevada, no oeste. Ele também manteve a liderança em locais importantes, como Pensilvânia e New Hampshire. O democrata precisava de 270 votos no colégio eleitoral para ser eleito presidente.
Após duas eleições extremamente apertadas, em 2000 e 2004, quando Bush venceu após garantir apenas um Estado de vantagem sobre o rival - Flórida contra AL Gore e Ohio contra John Kerry - Obama conseguiu uma vantagem folgada contra o oponente.
Segundo pesquisa de boca-de-urna da Associated Press, Obama teve mais votos de mulheres, negros e hispânicos, mas foi bem também entre homens brancos, categoria na qual McCain teve uma pequena maioria de votos. Geograficamente, o republicano contou com uma vantagem maior entre dobro de eleitores brancos no sul do país. Nas outras regiões, estes votos se dividiram igualmente. Entre as pessoas com menos de 30 anos, Obama venceu com vantagem de 34 pontos vantagem. Metade dos maiores de 65 anos votou em McCain. O democrata dominou os votos de eleitores que declararam apoio ao partido e conquistou a maioria do voto dos independentes.
Ainda segundo a pesquisa, 95% dos eleitores negros que foram às urnas na terça-feira votaram no democrata. O senador de Illinois é o primeiro afro-americano a disputar a presidência. Em uma comparação com a última eleição, a pesquisa indica que o percentual de eleitores negros no eleitorado total aumentou de 11% para 13%.



A cultura brasileira no séc. XIX

"[...] A explosão cultural do Segundo Reinado foi feita à imagem e semelhança do seu mecenas. Tranqüilizado pela bonança política resultante da conciliação e entusiasmo com a boa situação econômica trazida pelo café, D. Pedro II decidiu investir na cultura. Por ser um processo incentivado pelo próprio Imperador, o movimento cultural se engajou numa "redescoberta" da Nação Brasileira idealizado pelo Monarca. Os historiadores, pintores e literatos cultuaram o monumentalismo do Brasil, seguindo o enfoque do Romantismo.A produção literária brasileira, inspirada no Romantismo, em voga na Europa e que repudiava os modelos estéticos clássicos, teve no período entre 1837 e 1869 a sua fase áurea com a literatura romântica indianista. O Romantismo surgiu no Brasil, em 1836, com o lançamento da Revista Niterói, fundada em Paris por Gonçalves de Magalhães e seus colegas. [...] Fagundes Varela foi o primeiro a tratar do tema do negro em Mauro, o Negro, em seguida Castro Alves ficou famoso com suas poesias a favor de causas sociais e políticas, destacando-se: o Navio Negreiro e Vozes d'África.A novidade da ficção foi o romance folhetinesco, que misturava digressões ao relato de acontecimentos, com humor e crítica social. Nele tiveram destaque: Joaquim Manuel de Macedo com A Moreninha e Manuel Antonio de Almeida, em Memórias de um Sargento de Milícias, que deu ao romance um cunho social.Ao final do século XIX o Realismo suplantou o Romantismo na Europa, com a ascensão da burguesia ao topo econômico e a denúncia das mazelas cotidianas substituindo o sentimentalismo. No Brasil teve destaque o Naturalismo, uma manifestação mais radical do Realismo, com destaque para Aluísio Azevedo em suas obras: O Mulato e O Cortiço[...]"

Representante do Romantismo no Brasil

"[...] o maior escritor brasileiro, no entanto foi sem dúvida Machado de Assis, mulato, funcionário público, retratou com ironia e mordacidade a situação da época, o declínio dos valores, sem nunca deixar de usar a elegância. Deixou uma imensa coleção de obras entre as quais podemos destacar: Dom Casmurro; Quincas Borba e Memórias Póstumas de Brás Cubas".

Regras para o Debate

1ª os alunos elegem um colega para ser o coordenador(mediador) do debate, que deverá abrir a discussão e apresentar o tema.
2ª cinco alunos serão escolhidos para a função de debatedores, que sentarão lado a lado, de frente para classe(o público), se possível, por trás de uma mesa.
Entre eles deve estar o coordenador.
3ª Cada debatedor terá dois minutos para apresentar a sua posição a respeito do tema em discussão:
a) se o escravo era racista;
b) se há liberdade nas relações de trabalho;
c) por que ainda há trabalho escravo no Brasil.
4ª O coordenador estabelece o turno de fala dos debatedores e concede a palavra a cada um deles no momento adequado. Procura saber se têm mais alguma coisa a acrescentar ao que disseram seus companheiros.Sempre intermediados pelo coordenador, os alunos devem expor seu ponto de vista e fazer perguntas a algum(s) debatedor(es).
Finalize a atividade com a leitura da Produção Textual faça um levantamento das argumentações defendidas no debate.
Enviar uma cópia por email das produções!!!

O filme: Memórias Póstumas de Brás Cubas

Adaptação fiel da obra de Machado de Assis. Além de contar a história de Brás Cubas, que após morrer, decide aproveitar a eternidade para escrever suas memórias, o filme ainda traz como pano de fundo a paisagem do Rio antigo e episódios importantes como a ida de Brás Cubas para a Europa. Com Reginaldo Farias, Petrônio Gontijo, Stepan Nercessian, Walmor Chagas e Sonia Braga.
SINOPSE: Após morrer em 1869, Brás Cubas (Reginaldo Faria) decide aproveitar a eternidade escrevendo suas memórias. Do nascimento até o fim de sua vida, a sua infância, o primeiro amor, o amor por uma mulher casada, o sonho de ser político. Tudo com direito a detalhes e ironias de quem está indo desta para a melhor.
ELENCO:
Reginaldo Faria (Brás Cubas e Seu Fantasma)
Petrônio Gontijo (Brás Cubas)
Viétia Rocha (Virgília)
Sonia Braga (Marcela)
Otávio Müller (Lobo Neves)
Marcos Caruzo (Quincas Borba)
Stepan Nercessian (Bento Cubas)
Débora Duboc (Dona Euzébia)
Walmor Chagas (Dr. Vilaça)
Nilda Spencer (Dona Plácida)

O Livro: Memórias Póstumas de Brás Cubas

O romance é constituído de 160 capítulos, em geral, curtos, e alguns de grande inventividade formal, como o que sugere a relação sexual entre os amantes, constituído basicamente de sinais de pontuação (cap. LV) ou o que nos mostra o epitáfio de Eugênia (cap. CXXV) e o que explica o seu insucesso na carreira política (cap. CXXXIX). Outro elemento importante da obra é a grande quantidade de citações e referências intertextuais, principalmente da literatura inglesa e francesa.

Machadianadamente.

Com Memórias Póstumas de Brás Cubas, publicado em 1881, Machado de Assis inaugura o realismo nas letras brasileiras

Obeservação Machadiana

O mais importante da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas certamente não é o enredo e sim a linguagem utilizada por Machado de Assis. A denúncia tácita da sociedade, por meio da leve ironia e humor.

Trecho 2: Machado de Assis

“(...) artisticamente, ele representou muito bem a forma como essa sociedade criava mecanismos para manter ao longo do tempo estratégias de exclusão, de privilégios. Por mais que ela mudasse, ela mudava para permanecer a mesma. Como Machado mesmo disse isso várias vezes: - Você pode trocar de roupa sem mudar de pele.”Sidney Chalhoub

Trecho 1

“(...) oito anos antes da abolição, o Machado de Assis teve (...) a inteligência de dizer: - Aqui vai haver a abolição da escravidão, mas a estrutura básica da sociedade não vai mudar, quer dizer, não é verdade que o Brasil esteja progredindo em direção de uma sociedade igualitária”. Roberto Schwartz

Funcionário Público

Machado de Assis se tornou funcionário do Ministério da Agricultura a partir de 1874, numa seção que tinha entre suas funções, garantir a execução da Lei do Ventre-Livre, editada em 28/09/1871.

Filme: Memórias Póstumas de Brás Cubas

Há, nas entrelinhas, uma longa reflexão sobre o escravismo e o que vem a ser realmente a liberdade. Há vários textos de Machado de Assis que abordam temas relacionados ao escravismo e ao preconceito racial. A herança da escravidão ainda não foi totalmente superada. Ela subsiste no preconceito, na descriminação racial e social, na marginalização dos negros e na existência do trabalho escravo em algumas regiões de nosso país.

Filme: Memória Póstumas de Brás Cubas

Filme: Memória Póstumas de Brás Cubas
"O que se deve exigir do escritor, antes de tudo, é certo sentimento que o torne homem do seu tempo e do seu país, ainda quando trate de assuntos remotos no tempo e no espaço." Sentimento de Nacionalidade (Ensaio

Machado de Assis: romancista que ironiza e aponta a sociedade brasileira do séc. XIX

Machado de Assis: romancista que ironiza e aponta  a sociedade brasileira do séc. XIX

Teatro Arthur Azevedo

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Poeta: Arthur Azevedo

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Modelo de Bula de Remédio

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Lenda de Ana Jansen 1 ano E

Todaso concentrados no pátio/ 1 ano D/E/F

Mayanne e sua Ana Jansen

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Poesia no pátio/ 1 ano E

I Café Cultural do Sesi/Senai (o7/10/2008)

I Café Cultural do Sesi/Senai (o7/10/2008)
Exposição:idéias, poesia, música, lenda, paródia, fotos, cartão postal.

Galera do 1 ano C : fota para o futuro

Sobrados e azulejos

Convento das Mercês: da janela do ônibus!!!

Mercados as Tulhas: gurias do 1 ano A/B

Tatiboiadeira e as mutucas do 1 ano A/B: misturou legal!!

Casa do Maranhão: 1ano A/B

! ano E: as gatinhas do barulho

Talita e CIA em frente ao Museu de Artes Visuais

Avenida Beira Mar

Praça D. Pedro II

Sobrados de São Luís

Bruna: chefa da B.. organizada (1 ano E)

Bagunça organizada: stress pré-saída para o centro Histórico (1 ano E)

Gagunça geral :1 ano F

TRio parada dura: tá faltando gente nesta parada!!!

Vcs queimaram ou foi senzala??

Bia só tu quer aparece,hem???

Pensando que são modelos!!!

Galera 1 ano E: que pose hem???

Pose da pose na ida para o centro Histórico!!

Bia, Mari e João dizendo xiiiisss!!!

Profª de Espanhol: pose para a posterioridade no Centro Histórico de São Luís

Profº Danilo e seus pupilos no Mercados das Tulhas.

Trajédia; mortes, pânico, destruição da paz.

Trajédia; mortes, pânico, destruição da paz.

Negro tambor:mucicalidade maranhense

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Ilha...

Ilha...

No ritmo da natureza; balançando tudo!!

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Viva a liberdade -sentindo o vento totalmente!!1

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1ª Congresso de Peladões/ Paraíba-set.2008

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É ouro: César Cielo pro Brasiiiiiil!!!

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Paraolimpíadas - China/ 2008

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Delegação brasileira/2008

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Praia Grande

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Ponta D'areia

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Retrato: passado/presente de São Luis

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As esquinas de São Luis: encanto e magia!

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São Luís e uma de suas favelas urbanas.

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Minha terras tem palmeiras....

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Casarões de São luís

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ILHA BELA

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ILHA DO AMOR

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SOBRADOS DE SÃO lUÍS

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Sabão em pó neles...

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Coragem...

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Desde o início, hem???

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Sentimento Nacional!!!

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Imagem: corrupção nos quatro canto...

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Você têm atitudes, diante das problemáticas existentes no Brasil Independente?

Luto Geral!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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O que é isso?

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Liquidação geral..

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Jaz: independência!, só mooooooooooooooorte!!!!!

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Que mico nacional!!!

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Verdade??????????

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????????????

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Cesta Básica: Eleição 2008

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Último capítulo da vida real!!!

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Imagemque fala por si...

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Brasil Corrupção

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Brasil: que conjugação verdadeira?

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Brasis: retrato atual.

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Brasil: ô realidade cruel...

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O morre...

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Ô Independência...

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Onde está D. Indepência? Só encontramos a Morte...

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Independência ou....

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Chanchailaíssa e Hanna 1 ano D/F

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Meninas Lindissímas 1 ano A

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Barão Ju de Corberty 1 ano D

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coisas e diz: Por que?;
mas eu sonho coisas que nunca existiram e digo: Por que não?".
(George Bernard Shaw)

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No país da Senzala

O Brasil, em pleno século 21, ainda é “o” país da desigualdade social, do racismo consagrado como prática cotidiana, e da tortura policial como instrumento normal de trabalho. É, em resumo, o país socialmente dividido em Casa Grande e Senzala. Essas afirmações são baseadas nas conclusões de trabalhos sérios, realizados por instituições acima de qualquer suspeita – o Ibge e a ONU -, e publicados em abril, sob a forma de relatórios. Para além da mera constatação feita pelos pesquisadores, resta o “x” da questão: eliminar os traços de autoritarismo, paternalismo e atraso cultural e científico que são típicos de um regime que funciona de modo ainda muito semelhante ao de uma sociedade de tipo escravista. Os índices socioeconômicos do relatório do Ibge mostraram entre outras coisas, que negros e pardos formam um grupo mais ou menos homogêneo, bastante diverso do dos brancos. O analfabetismo, por exemplo, cresce com a pigmentação da pele. Enquanto “apenas” 8,3% dos brancos não sabem ler, o índice é de 19,6% para os pardos e 21% para os negros. Para cada ano de estudo extra, os brancos têm sua renda elevada em 1,25 salários mínimos, ao passo que a renda de negros e pardos cresce 0,53 salários mínimos. “A sociedade no Brasil discrimina negros e pardos. Escureceu é discriminado, ou melhor, não embranqueceu é discriminado”, disse o próprio presidente do Ibge, Sérgio Besserman, ao apresentar a Síntese de Indicadores Sociais 2000, que reúne dados de pesquisas feitas entre 1992 e 1999. Besserman afirmou, ainda, que “a marca maior de nossa sociedade é a desigualdade e a agenda da vida brasileira deve se concentrar sobre mecanismos de distribuição, não apenas de renda, mas de correção da desigualdade regional, entre homens e mulheres e entre brancos e negros”. Se, em 1992, o índice de Gini (que mede a concentração de riqueza indo de 0 a 1) era de 0,571, em 1999 ele estava em 0,567 e, em 1989, era de 0,630. O significado propriamente econômico destes índices revela-se quando se considera que outro nome possível para o grupo dos negros e pardos é “pobres”. Os dados demográficos distribuídos pelo próprio Ibge mostram que há uma coincidência total entre as regiões mais pobres do país e aqueles com maior densidade populacional de negros e pardos. Racismo, assim, é sinônimo no Brasil de concentração de renda. Interessa, precisamente, aos mais ricos, e também aos setores da classe média que temem a queda de seu padrão de vida. Mesmo “tucanos” convictos, como o ex-presidente do Ibge e banqueiro Edmar Bacha - que inventou, em 1974, a expressão “Belíndia” para descrever o perfil da distribuição de riqueza no Brasil (uma mistura entre uma pequena e rica Bélgica e uma grande e pobre Índia) -, critica a persistência da desigualdade, embora prefira atribuí-la a “causas externas”, particularmente às elevadas taxas de juros impostas, segundo ele, pela situação internacional. Após seis anos de Plano Real, Bacha admite que “Belíndia” ainda descreve o Brasil.Ainda que, inspirado por um espírito natalino de extrema boa-vontade, o leitor resolva dar crédito a Bacha e admita que “causas externas” forçam a concentração de renda no Brasil, fica difícil atribuir a tais causas a prática cotidiana da tortura em delegacias de polícia – onde, naturalmente, as vítimas são sempre pobres, isto é, negras e pardas em sua maioria. Relatório sobre o sistema penitenciário brasileiro, preparado por Nigel Rodley, relator especial do Comitê de Direitos Humanos da ONU que esteve no Brasil em agosto passado, e divulgado em Genebra, no dia 11 de abril, revelou que o país ignora a Lei da Tortura, aprovada em 1997 pelo Congresso Nacional.
Após visitar cinco Estados - São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Pará e Minas Gerais -, Rodley classificou de “apavorante” e “indescritível assalto aos sentidos” a situação nos presídios e delegacias. “Uma cultura de brutalidade e, freqüentemente, de corrupção é generalizada”, escreve Rodley. O seu relatório constata, ainda, que surras pau-de-arara e outras formas de violência – isto é, o pelourinho adequado ao século 21 - se transformou em instrumentos comuns para obter informações e confissões de presos ou de acusados. Estimulado pelo relatório Nygel, Pierre Sané, secretário-geral da Anistia Internacional, escreveu no jornal Folha de S. Paulo (22. Abr.): “Ano passado, na comemoração dos 500 anos do Brasil, a Anistia Internacional, por meio das páginas deste jornal, se uniu às muitas vozes que expressavam a esperança de que o aniversário fosse um divisor de águas na história do país, inaugurando um novo enfoque na proteção aos direitos humanos. Em lugar disso, os acontecimentos daquele dia - quando a polícia militar impediu com violência as manifestações de indígenas, negros e sem-terra contra as festividades oficiais em Porto Seguro - forneceram mais um exemplo das práticas que vêm marcando negativamente a história do Brasil: abusos cometidos contra marginalizados e pobres, justificados com referências à ordem pública, enquanto os responsáveis por eles ficam fora do alcance da lei. (...) A impunidade ainda impede o surgimento de uma cultura de autêntico respeito aos direitos humanos.”.
Pouco adiante, no mesmo artigo, depois de referir-se às rebeliões no sistema carcerário e à prática de tortura na Febem, Sané lembra que “a impunidade não protege apenas os torturadores. Permite-se com freqüência que agentes policiais cometam assassinatos e saiam impunes. Nos próximos meses, o sistema judiciário brasileiro voltará a ser alvo de atenção. O novo julgamento dos policiais militares envolvidos na morte de 19 ativistas sem-terra em Eldorado do Carajás, em 1996, está programado para maio; em junho, terá lugar o julgamento de Ubiratan Guimarães, o oficial da Polícia Militar que comandava a unidade responsável pelo massacre de 111 detentos na Casa de Detenção, em 1992. Infelizmente o julgamento ano passado dos responsáveis pelo massacre de Corumbiara não é um augúrio positivo. Todos menos 3 dos 12 policiais militares levados a julgamento pela morte de dez sem-terra, em 1995, foram absolvidos por falta de provas. Dois sem-terra julgados pela morte de dois policiais durante o mesmo incidente foram condenados, apesar da aparente ausência de provas diretas contra eles.”
De fato, a violência no campo constitui, por si só, um capítulo inteiro deste livro que se poderia intitular “Um navio negreiro chamado Brasil”. De 1980 aos primeiros meses de 2001, 714 trabalhadores rurais foram mortos no Pará, 534 deles nas regiões sul e sudeste do Estado. Das centenas de pistoleiros, intermediários, mandantes e policiais, apenas quatro foram condenados, e só um está preso! Ninguém até agora foi punido pelo massacre de Eldorado dos Carajás. A impunidade encoraja novas ações violentas: a Polícia Federal tem evidências de que os fazendeiros mais radicais do Pontal do Paranapanema montaram um arsenal mais moderno e poderoso do que o do Exército brasileiro, e anunciam abertamente estarem dispostos a receberem “à bala” os integrantes do MST.
Este, concretamente, é o Brasil. Não é outro, aquele que existe apenas em estatísticas oficiais. Até que se resolva este perfil, falar em “ética na política” é, no mínimo, sinal de ignorância ou de escárnio. Ou talvez, de uma mistura bem temperada dos dois.